Inglaterra lidera ranking global de seleções mais valiosas da Copa de 2026, seguida por França e Espanha; Brasil aparece entre os principais elencos do Mundial.
A Copa do Mundo de 2026 já movimenta cifras bilionárias antes mesmo da bola rolar. Um levantamento baseado em dados da Transfermarkt e da Sports Value revelou quais são as seleções mais valiosas do torneio — e o domínio europeu chama atenção.
No topo do ranking aparece a Inglaterra, avaliada em € 1,62 bilhão (cerca de R$ 9,4 bilhões), impulsionada pela força financeira da Premier League e pela presença de alguns dos jogadores mais valorizados do futebol mundial. França e Espanha completam o pódio, consolidando a hegemonia europeia no mercado global do esporte.
O Brasil surge entre as seleções mais valiosas da competição, refletindo o peso internacional de atletas que atuam nas principais ligas do planeta. O elenco brasileiro reúne nomes de destaque em clubes da Inglaterra, Espanha, França e Arábia Saudita, mantendo o país entre as maiores potências esportivas e comerciais do futebol.
Europa concentra os elencos mais caros do Mundial
Além da tradição esportiva, o ranking evidencia como o mercado do futebol está cada vez mais concentrado nas grandes ligas europeias. Inglaterra, França e Espanha somam elencos multibilionários graças à valorização acelerada de jovens talentos, contratos milionários e receitas recordes dos clubes locais.
A força econômica dessas seleções também reforça a transformação da Copa do Mundo em um ativo global de entretenimento, mídia e negócios. Marcas internacionais, patrocinadores e gigantes da tecnologia ampliaram investimentos no torneio de 2026, que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Brasil segue entre as potências do futebol global
Mesmo atrás de algumas seleções europeias em valor de mercado, o Brasil mantém protagonismo esportivo e comercial. A equipe comandada por Carlo Ancelotti chega ao Mundial cercada de expectativa, especialmente pela presença de atletas altamente valorizados internacionalmente.
O novo formato da Copa do Mundo de 2026 — que contará com 48 seleções e mais de 100 partidas — também deve ampliar receitas envolvendo direitos de transmissão, turismo, consumo e patrocínios globais.
Segundo o levantamento, as 10 seleções mais valiosas da Copa refletem não apenas desempenho esportivo, mas também o tamanho da indústria bilionária que o futebol se tornou nos últimos anos.


