Atividades incluem intervenções artísticas, concurso comemorativo e eventos abertos ao público na sede histórica da instituição e no campus universitário. O Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) celebra seus 35 anos de atuação com uma programação cultural gratuita nos dias 21 e 22 de junho, em Manaus. As atividades acontecerão na sede histórica da instituição, localizada no Centro da capital amazonense, e no Campus Universitário Senador Arthur Virgílio Filho, na Zona Leste da cidade.
Fundado em 1991, o Museu Amazônico é referência na preservação, pesquisa e difusão do patrimônio histórico, arqueológico e antropológico da Amazônia, desempenhando papel fundamental na valorização da memória e da diversidade cultural da região.
Programação une arte, patrimônio e participação da comunidade
As comemorações terão início no dia 21 de junho, das 9h às 11h, na sede do museu, situada na Rua Ramos Ferreira, no Centro de Manaus.
O público poderá acompanhar uma atividade especial promovida pelo grupo Urban Sketchers Manaus (USK Manaus), que realizará desenhos ao vivo inspirados na arquitetura e nos espaços históricos do local. A ação busca aproximar os visitantes do patrimônio cultural por meio da observação artística e do registro urbano.
No dia 22 de junho, a programação segue a partir das 14h, no Auditório Jatapu da Faculdade de Educação (Faced), localizado no Setor Norte do campus da Ufam, durante a solenidade comemorativa, a direção do Museu Amazônico anunciará o vencedor do concurso cultural que definiu o selo oficial dos 35 anos da instituição. A iniciativa foi criada para envolver a comunidade acadêmica e o público em geral na construção da identidade visual da celebração.
Referência na preservação da memória amazônica
Ao longo de mais de três décadas, o Museu Amazônico consolidou-se como um dos principais centros de pesquisa, documentação e divulgação da história e da cultura da Amazônia. Seu acervo reúne importantes registros arqueológicos, etnográficos e históricos, contribuindo para a preservação do patrimônio regional e para a produção de conhecimento sobre a maior floresta tropical do planeta.
A programação de aniversário reforça esse compromisso ao promover atividades que conectam arte, educação, memória e participação social, ampliando o acesso da população ao patrimônio cultural amazônico.


