A coluna Travessia Social: do Capibaribe ao Sanhauá desta semana volta o olhar para a trajetória do artista visual Raul Córdula, paraibano de nascimento e pernambucano por adoção, que há décadas constrói uma presença marcante na cena cultural do Nordeste.
Radicado no Recife, com passagens por Olinda e pelo Rio de Janeiro, Córdula se consolidou como um nome importante das artes visuais, atuando também como pensador e participante ativo de movimentos culturais e políticos. Ao longo da carreira, participou da criação de museus, promoveu iniciativas culturais e construiu uma ampla rede de amizades no meio artístico.
Filho de um reconhecido professor de Campina Grande, herdou o nome do pai e cresceu em um ambiente marcado pelo estímulo intelectual. É irmão da saudosa crítica de arte Risoleta Córdula e tio da apresentadora Cristina Córdula. Também integra uma família de múltiplos talentos, sendo pai de Francis Córdula e marido da pernambucana Amelinha Couto.
Aos 82 anos, Raul Córdula segue sendo reconhecido por sua contribuição à cultura brasileira, mantendo viva uma trajetória marcada por talento, pensamento e dedicação às artes.


